TRANSDISCIPLINARIDADE FILOSÓFICA E EDUCAÇÃO: DO PROBLEMA DA EPISTEMOLOGIA ATÉ O HUMANISMO

JOSUEL DE OMENA GUSMÃO CABRAL

LANA LISIÊR DE LIMA PALMEIRA

JOSÉ LUCAS DE OMENA GUSMÃO

Tenho a alegria de apresentar a obra de autoria de Josuel Omena intitulada – Transdisciplinaridade Filosófica e Educação: do Problema da Epistemologia até o Humanismo. A obra pretende discutir os princípios da Ciência Clássica relançando um olhar sobre a disciplinarização e as rupturas na história deste conceito. Sobretudo ao se retomar Gaston Bachelard e Edgar Morin nas sus perspectivas epistemológicas. A obra apresenta e problematiza intuições muito interessantes ao se retomar o conceito de Transdisciplinaridade e Complexidade no âmbito da discussão filosófica. Pensar estas questões nucleares a partir das relações entre Filosofia e Educação é uma tarefa urgente nos tempos hodiernos. O objetivo central da obra é propor a Transdisciplinaridade a partir de uma nova ordem do conhecimento humano. Significa repensar as questões ligadas à disciplinarização do conhecimento fundada numa concepção do conhecimento que teve a sua origem com a ciência clássica no século XVI. A perspectiva que se abre com esta obra é pensar o Conhecimento a partir de uma grande polifonia a partir da Complexidade das relações e imbricações dos Saberes e das Identidades. Pensar o conhecimento a partir da Transdisciplinaridade é pensar um conhecimento poroso dentro das grandes intertextualidades e discursividades dos atores sociais. Ao retomar autores como Gaston Bachelard e Edgar Morin o autor desta obra propõe novos paradigmas para o conhecimento no século XXI. Ou seja, pensar as relações epistemológicas intimamente ligadas à construção das subjetividades. Já que toda relação com os saberes implicam uma dupla relação: epistêmica e identitária. O autor propõe pensar o conhecimento complexo numa ótica de retificações, já que todo o conhecimento é algo sempre aproximado e não exato e acabado. Na ótica de bachelard tão bem retomada pelo autor, significa compreender que o real não é racional, por isto a ciência não pode ser o pleonasmo da experiência. A atualidade da obra justifica a sua publicação. Tenho certeza que é uma obra que reflete e propõe novos caminhos para se pensar as epistemologias e as subjetividades no âmbito da contemporaneidade.

 

Prof.  Dr. Anderson de Alencar Menezes

Professor e Pesquisador do Mestrado e Doutorado em Educação da Universidade Federal de Alagoas.

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