EMANCIPAÇÃO HUMANA, CONHECIMENTO & ESTADO MODERNO ENSAIOS CRÍTICOS 

Para uma Crítica à Liberdade da Pessoa Humana na modernidade capitalista

CIRO BEZERRA

CLAUDIO DA COSTA

Os anos quarenta do século vinte apresentaram-se como uma bifurcação. Uma encruzilhada para o projeto emancipatório na modernidade, que ganhou os seus contornos gerais no renascimento e se afirmou no iluminismo e na Comuna de Paris. A marca distintiva dessa tradição foi enfatizar as tensões da razão nas lutas pela conquista do esclarecimento e da autonomia política e intelectual, contra o irracionalismo e todos os regimes de opressão, resultantes da apropriação do território pelo capital. Nestes ensaios trataremos desta problemática.

A geografia do capital, que se territorializou globalmente na segunda metade do século XX, e atinge, hoje, a totalidade das nações ocidentais e orientais, configurou um determinado sistema-mundo. Uma configuração que aprofundou o processo de dominação e exploração, além de promover a degração da natureza em larga escala, colocando a vida planetária em risco. Essa situação agravou porque as classes hegemônicas ganharam consciência de como se processa a dominação do capital, e com isso podem operá-la com maior eficácia. Ela se faz pela mediação das relações sociais de opressão, que projetam formas sociais que são personificadas pelas pessoas. O resultado é a sujeição de populações inteiras ao território do capital, que não têm outra alternativa de viverem neste território senão se subjugando ao governo do capital.

ISBN: 978-85-52962-56-4

Nº de pág.: 284

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