A JUSTIÇA EM ISRAEL:

ENTRE A MISERICÓRDIA E A

FIDELIDADE DA LEI

JOSÉ ELIELTON DA SILVA

Nos últimos anos assistimos a uma enxurrada de pensamentos sobre o exercício da misericórdia. Alguns sustentam que ser misericordioso é sinônimo de fraqueza, e por isso tomam um caminho que leva a uma sociedade sem misericórdia. Outros já afirmam que a misericórdia é a mãe de todas as virtudes, de forma que não é dependente de nenhuma virtude. Desta forma, uma sociedade parece ter que optar entre uma constituição que preze somente a objetividade dos fatos e a lei sem olhar o homem concreto, ou seja, subtraindo-se de praticar misericórdia; ou uma fundamentação que tome em conta só a misericórdia, sem qualquer relação com os fatos. Essa bipolaridade invade todos os aspectos da vida social no decorrer da história da humanidade, independente de credo ou nação. Por exemplo, um juiz ao julgar deve ser verdadeiro com a lei, com os fatos, porém ao mesmo tempo não pode esquecer o ser humano que está a sua frente, com seus próprios dramas e condições particulares, desta forma ele estaria obrigado a escolher entre aplicar a pura lei ou atuar com misericórdia.

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